Serra 34% Dilma 14% Ciro 14%
Bastou Ciro Gomes manifestar a idéia de concorrer nas eleições de 2.010, para a primeira pesquisa de candidatos colocá-lo com 14% das intenções de voto, empatado com Dilma Rousseff na segunda posição.
A pesquisa acrescenta mais lenha na fogueira, atiçada por parte da bancada governista que não acredita nas chances de vitória de Dilma.
Desde o início do seu segundo mandato, Lula vem carregando nos ombros, o peso do nome de Dilma como sua legítima sucessora.
Lula, mais do que ninguém, sabe os riscos de se lançar um candidato muito antes das eleições.
Como ele sempre disse, é dar um alvo para a oposição, ao mesmo tempo que isso acaba gerando um descontentamento em todos os possíveis candidatos da base de apoio do governo.
Se Lula sabe, porque lançou a candidatura de Dilma tão fora do prazo ideal?
O que estaria por trás dessa possível estratégia?
Dilma, sua fiel escudeira, faria a função de "boi de piranha", atraindo todas as armas da oposição, enquanto o verdadeiro candidato aguardava nos bastidores?
Após a munição dos opositores acabar, surgiria o grande nome dos governistas, encarregado da continuação da obra do Lula na condução do povo brasileiro à glória merecida?
Qual é o plano B do Lula?
Ciro, que acaba de entrar na disputa, certamente não faz o perfil de Lula. Independente e ambicioso demais para brincar de "siga o líder".
Marina Silva, que não representou uma opção interna do partido, também não deve representar uma ameaça fora. O discurso ambientalista, apesar de toda projeção atual, ainda soa para a maioria como distante do mundo real.
A pergunta volta, então quem?
Será, que nos últimos momentos da competição, não aparecerá o verdadeiro campeão do rei, aquele que a todos na liça derrota, salvando a princesa Brasil de um triste destino?
E se o campeão for o próprio rei?
Mas para isso precisamos mudar a constituição. Precisaria novamente ser proposto e votado o terceiro mandato.
Para isso, nossos deputados e senadores teriam que votar defendendo os interesses do atual governo. Difícil?
A grande questão é - e se o plano B for na verdade o plano A?
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sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Um conto chamado "Qual é o plano B do Lula?"
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Sarney e seus iguais......
Bastou os aliados de Sarney ameaçarem divulgar dossiês com as possíveis "maracutaias" da oposição, para que todos corressem para vestir os aventais, juntar ingredientes e preparar a massa.
Os clamores exigindo a renúncia do presidente do Senado, foram substituídos por um "talvez, quem sabe, um pequeno afastamento..".
Para completar, Sarney em seus discurso na tribuna do Senado, já passava o recado: "....Todos aqui somos iguais. Nenhum senador é maior que o outro e por isso não pode exigir de mim que cumpra a sua vontade política de renunciar".
Em outras palavras, lembrando nosso grande humorista Chico Anísio, em seu impagável personagem Tavares " Sou, mas quem não é?".
Após a defesa sem quartel de Renan e Collor ao patriarca do Maranhão, parece que o Senado Federal reedita uma política café com leite da República Velha, só que nesse caso poderíamos chamar de arroz - cana de açúcar.
Claro que essa alusão a antiga alternância de poder entre São Paulo e Minas (café com leite), não é tão precisa.
Primeiro porque Alagoas - com a cana de açúcar e o Maranhão - com o arroz, ocupam com seus principais produtos, apenas o 4º lugar no ranking nacional da produção agrícola.
Depois, para sermos fiéis aos números, tanto o café como o leite, levam a liderança o mesmo estado da federação - Minas Gerais.
São Paulo perdeu o privilégio de ser o maior produtor brasileiro de café. Trocou tudo pela primeira posição no plantio da cana de açúcar.
De qualquer jeito, agora só nos resta aguardar a chegada do molho e da mussarela, para que os nossos políticos possam finalizar o prato italiano mais famoso de Brasília.
E torcer. Torcer para que na próxima eleição possamos eleger mais "diferentes" no lugar dos iguais do Sarney.
Pelo menos acreditar, que enquanto a Marina Silva não receber comissões dos madeireiros da Amazônia e o Suplici não entrar em "acordo" com a máfia da Merenda Escolar, sempre haverá políticos honestos e interessados em nos defender.
Os clamores exigindo a renúncia do presidente do Senado, foram substituídos por um "talvez, quem sabe, um pequeno afastamento..".
Para completar, Sarney em seus discurso na tribuna do Senado, já passava o recado: "....Todos aqui somos iguais. Nenhum senador é maior que o outro e por isso não pode exigir de mim que cumpra a sua vontade política de renunciar".
Em outras palavras, lembrando nosso grande humorista Chico Anísio, em seu impagável personagem Tavares " Sou, mas quem não é?".
Após a defesa sem quartel de Renan e Collor ao patriarca do Maranhão, parece que o Senado Federal reedita uma política café com leite da República Velha, só que nesse caso poderíamos chamar de arroz - cana de açúcar.
Claro que essa alusão a antiga alternância de poder entre São Paulo e Minas (café com leite), não é tão precisa.
Primeiro porque Alagoas - com a cana de açúcar e o Maranhão - com o arroz, ocupam com seus principais produtos, apenas o 4º lugar no ranking nacional da produção agrícola.
Depois, para sermos fiéis aos números, tanto o café como o leite, levam a liderança o mesmo estado da federação - Minas Gerais.
São Paulo perdeu o privilégio de ser o maior produtor brasileiro de café. Trocou tudo pela primeira posição no plantio da cana de açúcar.
De qualquer jeito, agora só nos resta aguardar a chegada do molho e da mussarela, para que os nossos políticos possam finalizar o prato italiano mais famoso de Brasília.
E torcer. Torcer para que na próxima eleição possamos eleger mais "diferentes" no lugar dos iguais do Sarney.
Pelo menos acreditar, que enquanto a Marina Silva não receber comissões dos madeireiros da Amazônia e o Suplici não entrar em "acordo" com a máfia da Merenda Escolar, sempre haverá políticos honestos e interessados em nos defender.
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